A cidade Funchal - Bairro Santa Luzia

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ApresentaçãoApresentação

Apresentação geralGeneralidades
Do praça do Municipio, a muito viva escoicinhou do Marcas Funchal conduzido aos bairros da margem esquerda ribeira de Santa Luzia, eventualmente na frente do Palácio de Justiça, um edifício moderno (1961) de bonita fatura. A ponte que atravessa ribeira não passar por cima de um rio como os outros: uma onda de flores e de folhas abrange inteiramente a cama e esconde felizmente detritos que há…

Os dois ribeiras Funchal carregam, da parte superior das montanhas até ao mar, não somente as águas demasiado abundantes mas igualmente as águas de esgoto; também, é preferível não demorar-se em verão quando são quase a seco. Contudo, apesar dos maus odores, merecem um golpe de olho sob seus treilles que resplandecem de bougainvillées.

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Igreja da Encarnação
Após ter cruzado a ponte, tomando à esquerda em escoicinhou-o 31 de Janeiro seguidamente girando à direita em escoicinhou-o da Postura Nova, chega-se não distante da igreja da Encarnação, que data XVIe-XVIIe séculos. Este edifício à arquitectura ogivale manuéline é muito modesto de aspeto, mas o seu bonito portal lateral e a sua abóbada sobre encruzilhada ogives, “a cúpula das aranhas” (abóboda de aranhiço), valem o golpe de olho. A igreja da Encarnação fazia parte do convento de Nostra Senhora da Concepção (demulido desde), servindo de igreja paroissiale da paróquia de Santa Luzia.
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Inundação do 21 de fevereiro de 2010
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Mercado dos Lavradores
Seguindo ribeira de Santa Luzia em direção do mar seguidamente tomando à esquerda longa uma rua comercial (rua Fernão Ornelas), cruza-se esta vez ribeira João Borrachas. Oposto, elabora-se o grande mercado Funchal, cercado de bancas de mercadores ao livre ar (tecidos, bordados, e bem de outras coisas). É o Mercado Laboureurs, onde exubérance colorée do fato tradicional do comerciais de flores associa-se à diversidade exótica dos frutos e legumes subtropicais. Sobre o mercado aos peixes, os peixes espadas e os enormes atuns são a atração, entre outras espécies mais comuns.

Instalado num edifício à céu aberto de dois andares constrói em 1941, este “mercado laboureurs (ou dos trabalhadores)” é um monumento assim como a catedral, e toda a população reencontra-se. A manhã sobretudo, a lugar está cheia de cores, barulhos e odores. É necessário dizer que protege ao mesmo tempo o mercado aos peixes, os frutos e as flores; bancas de talho cercam o exterior do mercado, bem como cerca de lojas de cestaria e de artesanato.

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Do terraço que cinta o tribunal, pende sobre-se o tribunal central balizado de arcadas onde são dispostos os cestos encarregados de bananas, mangas, anones, de maracujas, de advogados…, policromos, bem como o setor reservado ao comerciais de flores vêtues do tradicional fato de Madeira (saia riscada, corselet, botas de couro) que propõem ramos policromos. As especiarias e os géneros alimentares como vinho, charcutaria e queijo mas também a cestaria e outras lembranças são propostos à venda nas galerias que cercam o tribunal.
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. Clicar para ampliar a imagem.O ruidoso mercado aos peixes ocupa um toda uma salão na parte baixa da mesma construção, à extremidade oposta. É um mundo à parte, muito mais turbulento, faz de interpelações, fendas de vozes e de odores, onde clientes e mercadores atarefam-se em redor dos atuns que detalha-se e corpos de um preto luisant dos sabres, enrolados sobre eles mesmos.

O mercado é aberto dos segunda-feira a sábado mas vale sobretudo a penalidade a ser visto uma Sexta-feira ou um sábado, quando os agricultores e os mercadores dos cantos da ilha invadem a cidade para vender as suas mercadorias.

Côordenadas: Latitude: 32.65251 N; Longitude 16.901522 O

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